imprensa

Campo Grande - JTVE Instalação Totem



Campinas - Cidadão Reporter



Resende - Poste que filma em 360º ajuda segurança em área públicas de Resende



Representante do poder público fala sobre totem nas ruas de Resende

05/12/2013

Pesquisa Nacional de Vitimização

Brasília, 05/12/13 - A Secretaria Nacional da Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ) divulgou, nesta quinta-feira (5), o resultado da Pesquisa Nacional de Vitimização. O estudo foi realizado pelo Datafolha e acompanhado pelo Centro de Estudos da Criminalidade e Segurança Pública (Crisp) da Universidade Federal de Minas Gerais,e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Foram realizados mais de 82 mil questionários em todos os estados e capitais.

Os números mostram a necessidade de que nos estados sejam criados mais serviços para que a população comunique à polícia quando for vítima de um crime, evitando a subnotificação. Há uma concentração da ausência de repasse de informações às polícias, principalmente nos estados da região Norte.

Considerando o total da amostra, 32,6% dos brasileiros que vivem em cidades com mais de 15 mil habitantes dizem ter sofrido ao longo da vida algum dos 12 tipos de crimes ou ofensas contemplados na Pesquisa Nacional de Vitimização. Quando se considera a vitimização ocorrida nos 12 meses anteriores à realização da pesquisa, 21% afirmam que o fato aconteceu por pelo menos uma vez nesse período.

“Já há um alto conhecimento e uso do 190. O que nos traz surpresa é que as pessoas fazem pouco uso de alguns serviços que estão à disposição. É preciso que eles conheçam mais o 181, o Disque 100, as Ouvidorias e Corregedorias e tenha acesso a ferramentas mais imediatas para notificar os crimes”, afirmou a secretária Miki.

Segundo Cláudio Beato, pesquisador do Crisp/UFMG, foi a primeira iniciativa deste porte feita no Brasil. “Ela quantifica e caracteriza 12 tipos de ocorrências passíveis de registro policial no país, revela a taxa de subnotificação para cada uma delas e mapeia incidências e frequência com que elas acontecem em cada unidade da federação e nas respectivas capitais”, explicou.

Sobre o baixo índice de confiança na polícia, Regina Miki disse que há dificuldade no acesso das pessoas a delegacias em diversas cidades. Segundo ela, as polícias precisam ter independência política. “Primeiro de tudo, sobre o que pode ser feito, é a formação e a capacitação continuada, para atender no dia a dia às demandas e aos interesses da sociedade e depois fazer com que a polícia entenda que ela faz a defesa da sociedade, e não do estado. A independência política das polícias é primordial”, disse.

A pesquisa apresentou a prevalência desses crimes alguma vez na vida e a sua incidência nos 12 meses anteriores à coleta de dados da pesquisa, caracterizando a experiência da vitimização sofrida nesse período.

A amostra é representativa do universo da população adulta - com idade igual ou superior a 16 anos - dos municípios com mais de 15 mil habitantes. Foram aproximadamente 78 mil entrevistados em 346 municípios no período de junho de 2010 a maio de 2011 e junho de 2012 a outubro de 2012.

Os crimes e ofensas contempladas no estudo correspondem a furto e roubo de automóveis, furto e roubo de motocicletas, furto e roubo de objetos ou bens, sequestro, fraudes, acidentes de trânsito, agressões, ofensas sexuais e discriminação.

Agência MJ de Notícias

(61) 2025-3135/3315

acs@mj.gov.br

www.justica.gov.br

10/09/2014

Feira em Florianópolis discute novas tecnologias em segurança

Viatura com câmera de alta definição e óculos que registram imagens estão entre as novidades

Câmeras de monitoramento de alta definição, alarmes controlados remotamente e sistema de reconhecimento facial são alguns dos itens que começam a entrar na vida dos brasileiros e apontam tendências na área de segurança eletrônica.

Algumas dessas tecnologias estão na 14ª edição da IACP Interseg – Feira Internacional de Tecnologia, Serviços e Produtos para a Segurança Pública, que ocorre no CentroSul em Florianópolis, até amanhã, fechada para especialistas do setor.

Dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) mostram que o setor cresceu em média 10% nos últimos seis anos no Brasil. Porém, os clientes corporativos ainda são maioria, com 85% do consumo no país.

– O consumidor brasileiro ainda é mais reativo do que preventivo. Então, ele procura o equipamento depois que a tranca foi arrombada – avalia Oswaldo Oggiam, diretor da Abese.

Setor faturou R$ 4,6 bilhões

Câmeras controladas remotamente e sistemas de controle de acesso, como sensores e cercas estão no topo das preferências dos consumidores. De acordo com Oggiam, a força policial, por exemplo, reforçou o investimento em sistemas de segurança há três anos. No levantamento da Abese, os órgãos governamentais respondem por 9% do faturamento das empresas de segurança eletrônica, que em 2013 alcançou R$ 4,6 bilhões no Brasil.

João Carlos Trindade, consultor técnico da feira, ressalta que a demanda por equipamentos de segurança mudou significativamente na última década devido à tecnologia empregada.

– Com a Copa do Mundo, instituições brasileiras fizeram esforço para integrar todos os sistemas para dar uma resposta mais rápida à criminalidade – diz.

CONFIRA AS PRINCIPAIS NOVIDADES DA FEIRA:

O Bioface 68K é um produto que integra leitor de cartão, sistema de senha, impressão digital e reconhecimento facial. O instrutor técnico da CS Comunicação e Segurança — empresa de São José que comercializa o produto — explica que é possível armazenar até 500 faces no equipamento, que é vendido por cerca de R$ 2 mil. O equipamento é uma solução completa em termos de reconhecimento e que pode ser usada em empresas e condomínios.

Helper é um posto avançado de segurança que pode substituir os postos convencionais e deixar policiais mais livres para fazer rondas, por exemplo. O posto conta com botão de emergência para ser acionado pela população, intercomunicador (canal de comunicação direto com a autoridade de segurança), câmeras de gravação e transmissão de imagens, sirene e comunicador.

O sistema é blindado e conta com um sensor de vandalismo, que aciona a sirene, além de poder ser usado para divulgação de campanhas e transmissão de comunicados. Custa cerca de R$ 8 mil por mês e foi desenvolvido pela empresa paranaense Helper Tecnologia de Segurança. Já está sendo utilizado nas cidades de São José dos Pinhais e Pinhais, também no Paraná.

Carro inteligente equipado com tecnologias de radiocomunicação, escaneamento de placas e câmeras de monitoramento. As soluções foram criadas pela Motorola Solutions e são ideias para operações táticas de missão crítica. Elton Borgonovo, diretor de vendas da empresa, conta que o sistema já é comum nos Estados Unidos, mas agora que começa a ser utilizado no Brasil.

O grande diferencial são as três câmeras presentes, duas fazem a gravação da operação, cujas imagens podem ser enviadas em tempo real para o centro de comando. As imagens não podem ser alteradas. Outra câmera central consegue fazer o escaneamento das placas de veículos em movimento e permite a consulta em um banco de dados para detectar regularidades. A tendência, conforme Borgonovo, é a comunicação através de imagens e mensagens de texto para dar mais segurança e agilidade às ações policiais.

A AXONflex é uma microcâmera feita para ser usada em ações policiais. Ela conta com 16 opções de montagem, como instalação no óculos, lapela ou capacete, resistente a baixas e altas temperaturas e à chuva. Conforme Flavio Muniz, supervisor de vendas da Agora Soluções em Telecomunicações, a microcâmera é essencial para garantir a segurança, pois proporciona agilidade da informação armazenada, além de guardar as imagens na nuvem, possibilitando o acesso de qualquer lugar.

Já é utilizada pela Polícia Rodoviária Federal do Rio Grande do Sul e da Bahia, entre outros. Funciona através de Bluetooth. Valor por equipamento fica em torno de R$ 5 mil, dependendo da quantidade de horas, software e opções de montagem.

O bracelete Lifecode começou a ser comercializado no Brasil neste ano e foi desenvolvido para possibilitar o acesso rápido a informações do histórico de saúde do usuário e seus contatos de emergência. Através do software, o bracelete armazena exames laboratoriais, lista de medicamentos, alergias e tratamentos em andamento. Basta conectá-lo a uma entrada USB para ter acesso às informações em sete idiomas. Eduardo Zaidan, diretor administrativo da Lifecode, afirma que o acesso demora cerca de 30 segundos. O produto custa R$ 199.

 

HELPER TECNOLOGIA DE SEGURANÇA

Fone: 041 3132.2000 | Email: contato@helpertecnologia.com.br

Rua Jaguariaiva, 283 . Alphaville . Pinhais . PR . Brasil

© 2013 - Helper

Todos os direitos reservados

by midia arte